
Antigamente a Grécia era conhecido como Hélade, por causa da divindade Helen. Quem habitava o lugar era chamados de Helenos.
Conhecemos hoje como Grécia devido aos romanos, que dominavam uma parte de Helade que chamaram de Grécia e, então conforme o pais era dominado, os romanos deram o nome de Grécia a todo o pais dominado.
Adotamos muitas coisas dos gregos como o vocabulário:
Ex: democracia = demo - povo
cracia - poder
As olimpíadas foram criadas na Grécia. Ela surgiu quando faziam um festival para a divindade suprema Zeus. O nome olimpíadas foi dado por causa do nome da cidade Olímpia onde acontecia o festival. De 4 em 4 anos, mandavam seus melhores atletas para lá para competir. Havia somente cinco modalidades e quem as ganhasse, era considerado um escolhido de Zeus e era coroado com uma coroa de louros.
Outra coisa que herdamos com muita convicção dos gregos foi o teatro, a arte de representar.
Períodos:
Micênico ou Homérico:
- Principais fontes históricas, poema Ilíada e Odisseia, de Homero.
- Povos indo-europeus invadiram a região: Os quatro povos que deram origem ao povo grego foram: Aqueus, Jônios, Eolios e Dórios.
-A estrutura comunitária dos Genos enfraqueceu, surgindo a propriedade privada e acumulação de riquezas, surgindo assim a desigualdade social.
Obs: Os quatro povos começaram a formar clãs e habitavam em certos lugares. Em cada familia, a pessoa mais velha era considerado o patriarca. Quando a casa era pequena, foram construindo casas ao lado e esta "vila" era chamados de genos e assim surgiu as cidades-estados. O relevo que separava as vilas.
Cidades-estado eram cidades com sua própria economia e politica. A unica coisa que as uniam era a cultura, pois era a mesma.
Periodo Arcaíco:
No período arcaico é onde observamos o processo final das transformações sofridas pelas comunidades gentílicas gregas. Deixando de adotar o uso coletivo da terra, começava a aparecer dentro dos genos uma classe de proprietários de terra. Em sua grande maioria, essa classe aristocrática esteve intimamente ligada aos pater, o líder patriarcal presente em cada uma dessas comunidades.
Essa nova classe social, também conhecida como eupátridas (filhos do pai ou bem-nascidos) formou um restrito grupo de proprietários de terra que irão mobilizar-se em busca da manutenção de suas posses. Os genos passavam a reunir-se em fratrias e tribos controladas pela dominação da nova aristocracia grega. Nessa época, além da hegemonia política dos eupátridas, notamos que o aumento da população causou um grande problema com relação ao acesso às terras produtivas.
As populações excluídas no processo de apropriação das terras se viram obrigadas a buscar outras regiões onde fosse possível buscar melhores condições de vida. A migração dessas populações gregas para regiões marcou a chamada Segunda Diáspora Grega. Ocorrida em 750 a.C., essa diáspora ampliou os territórios do mundo grego e criou uma importante rede de comércio de gêneros agrícolas entre as comunidades gregas.
A consolidação do poder político nas mãos da aristocracia junto com a ampliação das atividades econômicas deu condições para o aparecimento de um novo espaço de representação sócio-política na Grécia: a cidade-estado. As cidades-estado consistiam em núcleos urbanos onde importantes decisões políticas e o trânsito de mercadorias acontecia.
Com sua consolidação temos o surgimento de diferentes cidades-Estado compostas por práticas sociais, políticas e culturais distintas entre si. De tal maneira, o que observamos dentro do mundo grego será uma configuração política descentralizada. As diferenças de organização no mundo grego serão notadas com grande destaque quando estudamos, por exemplo, as diferenças entre as cidades-Estado de Esparta e Atenas.
Período Clássico:
As cidades de Esparta e Atenas alcançaram um grande desenvolvimento isso trouxe choques de interesses levando os gregos lutarem contro outros povos, como as guerras médicas ou greco-persas e a guerra do Peloponeso.
Guerras Médicas ou greco-persas:
Batalha de Maratona - 490 a.C.
Batalha Naval de Salamina 480 a.C.
Batalha de Platéia 479 a.C.
As cidades se uniram para lutar com os Persas sob a liderança de Atenas na Liga de Delos.
Guerra do Peloponeso:
Guerra entre Esparta e Atenas cada uma liderando um grupo de cidades. O grupo liderado por Esparta não aceitava a hegemonia de Atenas.
Esparta saiu vitoriosa na guerra, mas as guerras enfraqueceram as cidades-Estados, provocando a decadencia das mesmas.
Período Helenístico:
Após tantos anos de penosas guerras, as cidades gregas estavam esgotadas, fracas e empobrecidas. Aproveitando-se da decadência e da desunião que contaminava Grécia, Filipe, rei da Macedônia (norte da Grécia) preparou um poderoso exercito e partiu para a conquista do solo grego. Dois anos depois, Filipe foi assassinado, e quem assumiu o trono da Macedônia foi seu filho Alexandre, que dominou de vez as cidades gregas. Alexandre era um administrador da cultura grega e quando partiu para conquistar as terras no oriente, difundia a cultura grega por onde passava - a cultura helenística, mistura da cultura grega com a cultura dos povos dominados por Alexandre.
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